Acesso Comunicação

Criação.

Design | 17/Jun/2011

Criação.

A Criação é a ponta de lança de um processo que trabalha lado a lado com o planejamento. Fundamentada em pesquisas qualitativa e quantitativa, a Criacão da Acesso está orientada aos objetivos determinados no planejamento anual. É nesse esquema de trabalho que a criatividade ganha propósito. A busca por ideias concisas, o carinho com o layout, a descoberta de novas mídias, préteste e monitoramento de campanhas são uma máxima no departamento de Criação da Acesso, que ocupa um andar exclusivo. Somados aos investimentos em estrutura, a Acesso investe ainda em capacitação profissional, estimulando a participação em congressos, eventos da área e financiamento de estudos. O resultado final se traduz em ideias maduras e campanhas memoráveis.

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Nas linhas certas.

Novidades | 17/Jun/2011

Nas linhas certas.

Com escritório em Joinville, desafios em Fortaleza e clientes internacionais, o curitibano Newton Gama é um
dos mais requisitados designers brasileiros. Desde 2005 ele contribui para o fortalecimento da Esmaltec,
transformando-se num grande parceiro da Acesso. Recém chegado da China, onde foi visitar a Feira de Cantão, considerada a maior feira de negócios do mundo, Newton Gama vê com entusiasmo o grau de evolução do design brasileiro. “Hoje nosso design tem destaque mundial, porque transmite jovialidade, alegria, frescor. O brasileiro é um povo festivo e consegue traduzir isso nos trabalhos que faz”. Com 30 anos de experiência na área de eletrodomésticos de linha branca, Newton tem pós-graduação em marketing e foi da primeira turma de Design Industrial da Universidade Federal do Paraná, onde se formou em 1978. No tempo de faculdade, já trabalhava em escritório de arquitetura. Quando se formou, foi convidado para fazer um estágio na Consul S/A, em Joinville. “Fui e acabei passando 26 anos”, recorda ele, que começou como estagiário, foi designer de produtos e passou a gerente da área de design.

GRANDES PASSOS

Naquela época a Consul fazia parte de uma holding que se chamava Brasmotor, dona de uma série de marcas, como Semer, Brastemp e Embraco. Em 1990, a Brasmotor iniciou um ciclo de mudanças e Newton foi chamado para unificar as marcas. “Por três anos, tive um cargo que se chamava assessor de design do grupo Brasmotor”, recorda ele. Em 1994, quando as empresas efetivamente se fundiram, ele passou a gerente geral de design da Multibrás, resultado da fusão entre Brastemp, Consul e Semer. De 1990 a 2005, foi responsável por todas as operações de design na América Latina do grupo Whirlpool, empresa norte-americana a qual pertencia a Brasmotor. A experiência foi valiosa. “Quando saí, montei a minha empresa, a NGama Design e passei a trabalhar com a Esmaltec, que tinha a preocupação de criar um produto mais competitivo, uma linha com uma identidade mais homogênea, que tivesse a ver com o público da marca. Isso foi em agosto de 2005”. Nesse tempo também começou a prolífera relação de Newton com a Acesso, que já atendia a Esmaltec. “Conversamos muito, até para nos afinarmos. O design do produto e a comunicação da marca estão dentro de uma mesma lógica. É preciso coerência. O consumidor tem que escutar no rádio alguma coisa relacionada à marca e, quando chegar na loja, identificar o que ouviu com o que está vendo”.

SALTOS MAIORES

Inserido há anos no setor, Newton já conhecia a marca bem antes de trabalhar na Esmaltec. “Porém, até 2003 ela não aparecia muito no Sul como uma competidora do grupo Whirlpool. De 2005 pra cá a gente veio, pouco a pouco, tentando mudar os produtos e, claro, buscando criar valor, dar sempre um passo à frente e puxar a marca pra cima – para que no futuro tenhamos ofertas de maior valor agregado”. Hoje Newton dá palestras pelo país inteiro. O Sebrae o convida a participar de eventos, no intuito de chamar a atenção do pequeno e médio produtor, que ainda resiste em criar uma linguagem própria. “Quando você faz um design para um produto industrial, tem que estar muito antenado com as novidades tecnológicas e possibilidades de manufatura. Isso é complexo. Fazer um produto que vai ser reproduzido cinco mil vezes por dia é muito mais difícil do que fazer uma luminária que vai ter 20 cópias”. Em Joinville, a NGama Design trabalha com design e engenharia de produtos, marcas, comunicação, embalagens, ambientes e estratégias de marketing. Já realizou projetos de repercussão internacional para clientes como a Positivo Informática, Faber-Castel, Sundown Motos, Petrobrás, Johnson & Johnson, Ipiranga, Arno, Telefônica, Mercur, Termotécnica e Evadin – Mitsubishi, dentre outros. Apesar da experiência, Newton não se acomoda em certezas eternas e persiste na busca dos mutáveis desejos de consumo. “O público brasileiro tem especificidades muito claras. Os produtos precisam ter o foco voltado para a cultura regional e as necessidades de cada país. O fogão para o mercado brasileiro é só para o mercado brasileiro. Ao mesmo tempo, o nosso design está ganhando o mundo. Quanto mais fizermos produtos com a alegria daqui, mais vamos atingir nichos de mercado, tanto na Ásia quanto na Europa”.

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Aventura em grandes formatos.

Design | 17/Jun/2011

Aventura em grandes formatos.

O trabalho de Francisco de Almeida impressiona pela plasticidade e pelas alegorias contidas em formas e figuras. Ele é autor da maior xilogravura do mundo, que levou nove meses para ser concluída.
Vale a pena conhecer essa e outras aventuras do artista. ascido em Crateús há 48 anos, Francisco de Assis Rodrigues de Almeida gosta de inventar novas ferramentas, costuma experimentar técnicas e tem preferência pelos grandes formatos. Suas xilogravuras estão em acervos importantes, como o da Pinacoteca de São Paulo e do Centro Dragão do Mar, em Fortaleza. Sobre a arte que escolheu, ele fala com paixão: “A xilogravura é uma técnica que dá ao artista um espaço imenso para desenvolver um trabalho inovador. Ela não se repete. É uma tiragem única. Você vai pondo elementos e vira uma aventura”.
Para ele, a aventura vem de longe. “Desde adolescente, eu tenho lembranças de mexer na oficina de ourivesaria do meu pai, em Crateús. Já pintava e fazia desenhos. O meu sonho era ser arquiteto.
Com quatorze anos, fazia umas plantas baixas, mas sem nenhuma noção, é claro, colocando um centímetro igual a um metro (risos). Eu só vim a conhecer telas e tintas aos quinze anos, pois minha família não tinha nenhuma relação com as artes”.

NA CIDADE, EM BUSCA DO SONHO

No final da década de 70 e início dos anos 80, Francisco trocou a terra natal por Fortaleza, mesmo contra a vontade da família. “Queriam que eu trabalhasse em Crateús, apesar de não ter trabalho na cidade”. Foi um período difícil. “Quando vim, passei uns dois anos morando na rua, na Beira-Mar. À tardinha eu ia olhar o pessoal jogar vôlei. Até que um dia uma assistente social veio conversar comigo”. Foi ela quem conseguiu para o jovem migrante um estágio em desenho arquitetônico, e, a partir dessa ocupação, ele arrumou novos trabalhos, além de abrigo. Cada vez mais interessado em artes plásticas, Francisco passou a freqüentar os cursos do Museu de Arte da Universidade Federal (MAUC). “No final da década de 80, o MAUC formou muita gente. E o legal desses cursos eram os grandes obstáculos. Para se ter uma ideia, nós só tínhamos ferramentas nas aulas e não podíamos praticar em casa. Hoje, quando eu faço minhas pesquisas e descubro materiais legais, a primeira coisa que eu faço é divulgar”.

OS QUATRO ELEMENTOS

Em 1991, Francisco de Almeida entrou pela primeira vez no Salão de Abril, e não saiu mais. Foram quatorze participações consecutivas, com xilogravuras, e sempre com premiações. Em 2009 ele teve a alegria de participar da Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, com a obra “Os Quatro Elementos”, uma gigantesca xilo de 1,50 x 20 m. “Para fazer essa obra eu acordava às 6h da manhã e ia dormir à meia noite, ou mais. Cheguei a trabalhar 19 horas por dia. Desde 2004, eu já vinha trabalhando nessa gravura, arrumando as matrizes. O convite da Bienal foi o combustível para eu terminar”. Ele começou a labuta em janeiro e conseguiu concluir em setembro. Antes disso, teve ajuda. “O pessoal da Acesso, que eu já conhecia de uma ocasião anterior, soube o que eu estava fazendo e veio bater na minha porta, propondo abraçar a causa com muito carinho. Vinham aqui perguntar o que eu estava precisando: materiais, tintas e tudo mais. A Acesso me apoiou em todos os sentidos, e eu agradeço profundamente a todo o pessoal. Dizem que esta é a maior xilo do mundo. Pois que a Acesso seja sempre a maior, apoiando os maiores”, sorri Francisco, bem humorado. Planos para o futuro são muitos. “Tenho pesquisas e obras que comecei há dez anos e quero concluir”. Porém, o maior sonho desse artista tão autoral envolve o coletivo. “Gostaria de passar a minha experiência para outras pessoas, criando um Centro Cultural. Fico feliz de ver jovens aprendendo arte e espalhando a xilogravura por aí”, encerra ele.

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Olhar Matador.

Novidades | 17/Jun/2011

Olhar Matador.

Filmado entre Quixadá e Cascavel, o novo filme de Joe Pimentel traduz a persistência de um realizador ligado ao Ceará e aberto ao mundo. Dedicando-se ao audiovisual desde os anos 80, Joe montou, em 2003, a Trio Filmes, que teve a Acesso como parceira de estreia. universo dos matadores de aluguel conduz as cenas do novo longa de Joe Pimentel: “Homens com Cheiro de Flor”, um título poético para um tema duro. Com enredo de Emmanuel Nogueira – que ficcionou situações do livro “Matadores de Gente: Como se Faz um Pistoleiro”, lançado pela antropóloga Peregrina Campelo –, o filme já está em fase de montagem e deve ser lançado em 2011. Uma equipe de 70 pessoas e um elenco de 30 membros participaram da empreitada, que saiu do papel ao vencer o edital de Longa Metragem de Baixo Orçamento do Ministério da Cultura. As filmagens foram realizadas ainda em 2008: três semanas em Cascavel e quatro em Quixadá. Pertinaz, Joe contabiliza a aventura. “Recebemos R$ 1 milhão do Minc. Os outros R$ 500 mil vieram da Secult e do Banco do Nordeste, mas o projeto não se paga. Foi feito na cara e na coragem.” Cara, coragem e parcerias.

MÃO DUPLA

Para vencer as adversidades, só mesmo unindo forças. “Esse foi um dos trabalhos em que a Acesso foi nossa parceira, através de patrocínios obtidos junto a clientes, além de serviços e apoios prestados diretamente pela agência. Já havíamos feito um curta e o documentário ‘Câmera Viajante’”, comenta Joe sobre a parceria, acrescentando que o primeiro trabalho da sua produtora, a Trio Filmes, foi uma encomenda da Acesso. “Eu me lembro demais. Era um filme para a Indaiá. Nós estávamos nos estabelecendo e eles resolveram apostar na gente. Desde então, temos uma relação que vai além do profissional. É afetiva. E sem querer puxar o saco: os roteiros mais interessantes em que eu já trabalhei no mercado publicitário foram feitos pela Acesso”, sorri o diretor.

COMPLICADO E IRRESISTÍVEL

Entre 2007 e 2008, Joe viveu, ao lado do amigo Glauber Filho, também cineasta, uma experiência inusitada. A convite do empresário Eduardo Girão, eles dirigiram o filme “Bezerra de Menezes – O Diário de um Espírito”, que arrastou meio milhão de pessoas às salas de projeção, inaugurando uma série bem sucedida de películas com temática espírita. “Nós fomos contratados, como se faz na América. Era a oportunidade de fazer um longa, o meu primeiro, foi isso que me atraiu”, pontua Joe, que já se prepara para correr atrás de distribuidores interessados em “Homens com Cheiro de Flor”.

Ele sabe que não será fácil. “Para se ter uma ideia, o Brasil produz uns 200 filmes por ano e, no máximo, dez ou quinze chegam ao circuito de exibição”. O diretor diz que está processando o momento e que talvez parta para um caminho mais autoral, quem sabe fazendo documentários, que são trabalhos menos pretensiosos e mais prazerosos. “É complicado fazer cinema no Brasil, porque esta ainda não é uma atividade industrial, mas a gente faz porque gosta, faz por amor, para se expressar através da linguagem do cinema. E o cinema brasileiro tem essa diversidade, esses olhares diferentes. É uma fissura!”, celebra Joe.

CRIADOR E CRIATURAS

Fotógrafo e diretor de filmes e vídeos, o cearense Joe Pimentel, 49, iniciou sua carreira na década de 80, realizando filmes em Super-8. Participou como fotógrafo e assistente de direção de diversas produções: “Sertão das Memórias”; “Um Cotidiano Perdido no Tempo”; “O Último Dia de Sol”; “Oropa, França e Bahia”; “Villa Lobos – Uma Vida de Paixão”; “Milagre em Juazeiro”; “Noviço Rebelde”, dentre outras. Em 2001, dirigiu o curta-metragem em 35mm “Retrato Pintado”. Junto com Tibico Brasil realizou o filme “Canoa Veloz” (2005). Em 2006, dirigiu “Câmara Viajante”. Codirigiu, em 2007/2008, o longa “Bezerra de Menezes - O Diário de um Espírito”. Em 2008, realizou com Armando Praça o curta “Invenção do Sertão”. Atualmente está finalizando o longa “Homens Com Cheiro de Flor”. Desde 2003, dirige a Trio Filmes, que atua em projetos culturais e no mercado publicitário.

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Ibyte: Fôlego redobrado no varejo.

Novidades | 17/Jun/2011

Ibyte: Fôlego redobrado no varejo.

Com uma fábrica funcionando a plenos pulmões, cinco lojas em Fortaleza, 370 funcionários e a promessa de expansãopara além do Ceará, a Ibyte galgou degraus decisivos e construiu uma trajetória exemplar no setor varejista, atraindo um público sedento por novidades eletrônicas e itens tecnológicos indispensáveis. Porém, no ano 2000, quando apareceu no mercado, a empresa, formada por três sócios, resumia-se a uma loja na Av. Rui Barbosa, que fornecia desktops, peças de reposição, impressoras, monitores e outros itens de informática para uma rede de lojistas, restringindo-se, portanto, à área de revenda. “Com o passar do tempo e a popularização da informática, vimos que precisávamos expandir nossas ações para o varejo, pois havia mercado para tal. Além disso, com alguns incentivos do Governo Federal, consideramos que seria possível fabricar nosso próprio computador. Então montamos uma fábrica e, ao mesmo tempo, planejamos o início de uma nova fase, com ajuda e acompanhamento da Acesso”, recorda um dos sócios, Pedro Ivo Mendes Frota, responsável pelo setor de Marketing, Compras e Logística da empresa.O ano de 2006 marca o início de um relacionamento cheio de conquistas entre a Ibyte, que estava abrindo sua segunda loja, na Av. Dom Luís, e a Acesso, que encarou o desafio de fazer a campanha de inauguração. Debruçando-se sobre o novo cliente, a agência analisou em profundidade seu perfil interno, o grande potencial de crescimento e o alcance da concorrência, percebendo claramente que era possível fazer a diferença no setor varejista. “Foi uma longa explanação, com o estudo de dados e pesquisas. Ali começou um intenso processo de mudança para todos nós e a implantação de uma nova cultura na Ibyte”, pontua Pedro Ivo.

A ALMA DO NEGÓCIO

Essa nova cultura, como enfatiza o sócio Francisco Marinho Filho, responsável pelo  setor dministrativo/Financeiro, tem a ver com palavras que antes a empresa ignorava: produção, planejamento estratégico,  marketing, endomarketing, valorização da marca... “Antes, fazíamos uma propaganda de promoção, anunciando alguns produtos, mas sem qualquer estratégia. Depois, passamos a nos preocupar em ser vistos com consistência, conteúdo e objetivos, nas mínimas ações. Não fechamos patrocínios nem fazemos mídias pontuais sem que isso esteja inserido num plano maior”. Desde a abertura da unidade da Dom Luís, no final de 2006, a Acesso vem atendendo a Ibyte com planejamentos anuais, que contemplam mídia, domarketing, sinalização da loja e não-mídia. “Amadurecemos muito de lá para cá. Mudamos e aperfeiçoamos a definição de metas, os estudos de orçamentos, as ações mais adequadas e as linhas de raciocínio para cada uma delas”, afirma Custódio Gomes, o sócio responsável pelo setor Comercial. “Tivemos um grande baque quando a agência propôs a substituição da logomarca”, recordam os sócios, “mas eles conseguiram vencer as nossas resistências e, em 2008, inauguramos a nova marca, que é muito mais forte que a anterior”. Afinados na vida e no trabalho, os amigos Pedro Ivo, Custódio e Marinho também se unem na defesa do que hoje consideram primordial: o planejamento de médio e longo prazo. Um conselho de marketing formado por diretores e gestores da Ibyte e da Acesso se reúne, de dois em dois meses, para discutir estratégias e procedimentos. “Chegamos num nível de maturidade em que terminamos o ano já sabendo tudo o que vamos fazer no ano seguinte, detalhadamente. Em outubro de 2009, já havíamos fechado o que deveria ser feito em 2010. E agora, a mesma coisa. Além disso, já estamos pensando de cinco anos pra frente: o que queremos ser? Onde queremos chegar? Como vamos chegar? Isso em termos de mídia, endomarketing, posicionamento...”, diz Pedro Ivo. Enfático, Custódio reforça: “Planejamento é saber o que fazer, qual a verba para gastar e que atitude tomar para conquistar esses objetivos”. A mudança de mentalidade trouxe resultados evidentes, que se expressam em números. Em três anos, o faturamento da Ibyte teve um salto de 80%. A fábrica cresceu e passou a produzir os primeiros notebooks inteiramente cearenses. Através da marca Goldentec, a empresa fabrica eletroeletrônicos, para os chamados magazines do Norte e Nordeste, como Rabelo, Macavi, Credimóveis, Gabriela e Lojas Maia. Em Fortaleza, já são cinco lojas, duas delas nos dois maiores shoppings da cidade. Mas os sócios querem mais. “Estamos abrindo uma unidade em São Luís do Maranhão agora em dezembro – a primeira Ibyte fora do Ceará. Em outubro de 2011, lançaremos uma loja em um shopping novo na mesma cidade. Também em outubro, a Ibyte estará chegando a Juazeiro do Norte. Mas antes disso, no começo de 2011, esperamos inaugurar mais uma unidade em Fortaleza”. Francisco Marinho explica que a Ibyte reforçou os investimentos em mídia em 2009, quando fez uma reforma na loja da Av. Dom Luís, ampliou a unidade do Shopping Iguatemi e abriu os pontos de venda do North Shopping e da Av. 13 de Maio. “Uma pesquisa recente confirma que os objetivos buscados estão sendo atingidos e que a consolidação da marca é fato, com forte percepção do cliente”. Em 2010, a Ibyte figurou entre as marcas preferidas dos fortalezenses, na promoção “Marcas que Eu Gosto”, esenvolvida pelo Diário do Nordeste, em parceria com o Ipesp. Os três sócios consideram que o sucesso não é motivo de acomodação. Explicam por que comunicar é investir em crescimento. “Temos que ter um controle grande do que vamos comprar: a quantidade certa na hora certa. E o mesmo se aplica ao que vamos dizer. O mercado da informática é um mercado de altos valores, alto giro, baixa margem de lucro, muita rapidez e imenso dinamismo, com uma concorrência fortíssima. Nós costumamos dizer, brincando, que nosso produto é tão perecível quanto carne e frango, porque as novidades se desvalorizam e são suplantadas rapidamente. Então, não dá para relaxar”, explica Francisco Marinho.

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Esmaltec: Vocação para surpreender.

Novidades | 06/Jun/2011

Esmaltec: Vocação para surpreender.

Com uma média de crescimento muito acima da indústria nacional, a Esmaltec já acostumou-se a surpreender o mercado de linha branca do país. Mesmo enfrentando uma concorrência formada por influentes conglomerados multinacionais, a empresa cearense tem obtido, ano após ano, excepcionais resultados de vendas, importantes premiações por desempenho, uma empatia crescente junto ao público e seguidas inserções em novos mercados, destacando-se num universo de gigantes. Nós traçamos, a cada ano, um plano de comunicação cada vez mais abrangente, contemplando várias ações multidisciplinares. Este trabalho acompanha o nosso crescimento e fortalece o nosso sucesso, não somente nos posicionando no mercado nordestino, mas também levando-nos para o mercado nacional e internacional. Hoje, somos uma empresa brasileira no ramo de linha branca com liderança em fogões domésticos”, considera esse quadro favorável tinha cores diferentes há alguns anos. Mesmo após investir numa nova fábrica e contratar designers talentosos, que trouxeram mais estilo e qualidade aos produtos, a Esmaltec ainda era vista como uma marca destinada à classe C. Essa leitura restritiva exigia uma nova postura de comunicação. A fim de reposicionar a marca no Nordeste, onde já tinha forte atuação, e também no restante do Brasil, onde ainda não era conhecida, a Acesso construiu junto com a empresa um plano estratégico, cujas ações ganharam força em 2005.

O MOMENTO CERTO

Avaliações preliminares sinalizavam que aquele era o momento de impactar o mercado e o consumidor final com um mix de ações de mídia e não-mídia, sustentadas por uma ideia criativa cuja essência era a emoção – a fim de derrubar preconceitos e conquistar a empatia do público. Um público que passou a ver a Esmaltec numa série de peças publicitárias com artistas consagrados e mensagens aspiracionais. “O trabalho de comunicação estava todo sendo feito para tornar a marca mais forte, e eu procurei, dentro do que eles estavam fazendo, desenvolver um trabalho coerente na parte de design do produto”, recorda Newton Gama, designer contratado para Annette de Castro, superintendente da Esmaltec e Cascaju. concretizar os anseios de modernidade, beleza e prestígio da marca. O reforço dos investimentos em mídia não passou despercebido pelos veículos de comunicação, inaugurando uma nova fase de relações institucionais. Essas relações também foram aprimoradas com os vendedores, gerentes de compra, dirigentes de redes varejistas e demais elos do trade. Toda uma cadeia de vendas entrou em movimento, com resultados que rapidamente se fizeram sentir. Entre 2004 e 2006, a receita líquida da Esmaltec cresceu mais de 50%, num desempenho inédito na história da empresa.

PRÓXIMAS BATALHAS

Novas avaliações e desafios marcaram os anos seguintes, com a forte presença da marca nos grandes eventos do Nordeste, como o Galo da Madrugada, Fortal e São João de Campina Grande. No Brasil e no exterior, a participação da Esmaltec ganhou destaque com a ajuda de stands inovadores, folheteria diferenciada, brindes e ações inusitadas. Numa relação de troca e confiança, agência e empresa construíram, juntas, uma nova percepção da marca na cabeça (e no coração) dos consumidores e lojistas, que se surpreendiam a cada nova peça ou produto. Em 2008, a Esmaltec obteve o primeiro market share de fogões do Brasil. Foi considerada a empresa de maior liquidez no Ceará (e a primeira entre as nacionais do setor eletroeletrônico), além de ser a sétima mais rentável do estado e a de maior crescimento de vendas no segmento. “A Esmaltec é a única marca competitiva genuinamente nacional. O nosso desafio é enfrentar as mutinacionais, que são empresas poderosas, e a Esmaltec tem conseguido isso, inclusive melhorando o seu market share. Talvez os cearenses nem tenham ideia do que esse fato signifique. Disputar com Bosch, Electrolux, Brastemp e Consul não é fácil”, avalia o designer Newton Gama. As estratégias estão em constante revisão e as possibilidades de comunicação só se ampliam, assim como a sintonia entre Esmaltec e Acesso. A superintendente Anette de Castro comenta essa relação e relembra as etapas vencidas ao longo do processo: “Vivemos muitos momentos. Momentos de dúvida – sobretudo de quanto ousados poderíamos ser. Momentos de realização, de frustração, de sucesso, de reconhecimento... A Acesso compartilha todos esses momentos com a Esmaltec, lutando, sofrendo, vibrando, fazendo parte do nosso dia-a-dia com profissionalismo, criatividade e inovação. E mesclando tudo com alegria, bem além daquele relacionamento formal e tradicional. Aliás, de formal e tradicional já basta a disciplina da rotina. A equipe da agência traz ainda mais brilho ao nosso trabalho. O sentimento é de tarefa cumprida e de estarmos prontos para as próximas batalhas”.

NOVA CAMPANHA

A nova campanha da Esmaltec lançou o conceito “Você Pode Contar”, criado a partir de pesquisas e estudos intensivos de consumo. Ainda que sem esquecer as demais classes sociais, a empresa busca satisfazer os anseios de praticidade e acessibilidade da classe C. Com o novo conceito, a Acesso desenvolveu um caminho que dispensa os roteiros e dá voz às expectativas das mulheres brasileiras, expressas por elas mesmas. ”Optamos por basear nosso conceito na verdade. Nos filmes que foram vistos, captamos as declarações nas casas daquelas mulheres; o que se escuta são suas opiniões verdadeiras. Os eletrodomésticos são sonhos de consumo por levar conforto e praticidade à vida de mulheres que são mães, que trabalham para sustentar suas casas e que se orgulham de suas conquistas. Nossa proposta foi dar voz a elas com autenticidade”, explica Evandro Lima, diretor de criação da Acesso.

1 - Front light campanha Você Pode Contar.
2 - Front light campanha Você Pode Contar.
3 - Anúncio revista Eletrolar News.
4 - Anúncio Anuário Casa Cor.
5 - Púlpito da ação de rua Você Pode Contar.
6 - Anúncio eletrônico (revistasorvetes.com.br).
7 - Anúncio no jornal Diário do Nordeste.

Para assistir aos filmes da campanha acesse www.youtube.com/agenciaacesso

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Até dizer te amo requer planejamento.

Novidades | 06/Jun/2011

Até dizer te amo requer planejamento.

Se existe uma aliada para a qual deixamos de dar o devido reconhecimento é a comunicação. Não paramos para pensar que ela permeia todos os nossos momentos, sejam eles pessoais ou profissionais.

Desde os primeiros dias de vida lançamos mão de sons e movimentos como forma de dizer aos mais próximos o que estamos necessitando e sentindo, e é por isso que passamos a ser atendidos em nossas necessidades básicas e podemos nos desenvolver. À medida que vamos crescendo, nossos mecanismos de relacionamento vão se aprimorando, vamos lançando mão de maneiras mais complexas de manifestação do nosso eu, na intenção de estabelecer relacionamento com o mundo que nos cerca. Quanto maior nossa capacidade de estabelecer essas conexões, maior nosso espaço, maior nossas redes, maior nossa inserção. Trocando em miúdos, quanto mais clara e redonda for a expressão das nossas necessidades, mais assertivas serão as respostas das nossas interlocuções. Na medida em que deixamos de falar, deixamos de explicar, deixamos de expor, deixamos de investir na clareza, deixamos de eleger qual a melhor forma e hora de expor nossa mensagem, 12 deixamos para trás a possibilidade de termos nossas necessidades satisfeitas, sejam elas racionais ou emocionais. Quantas vezes não deixamos de viver algumas emoções, de obter alguns resultados por deixar de falar, por supor que era sabido, por julgar que estava tudo claro ou entendido, ou por ignorar que há uma série de símbolos, atitudes e posturas que falam muito mais que palavras. Isso vale na nossa vida pessoal, nas nossas relações no trabalho e igualmente nas relações dos nossos produtos e empresas com o mercado consumidor. Certamente nossos colaboradores renderiam muito mais se tivéssemos uma maior preocupação com o detalhamento de nossas intenções e metas. Certamente o mercado aceita bem mais aqueles produtos que conseguem falar com o consumidor, dizer a que vieram, deixar claro sua proposta de valor na vida dele. Os produtos que não tiverem essa postura podem estar na melhor exposição, mas o consumidor não se sentirá atraído a se relacionar com ele, muito menos a levá-lo para casa. Da mesma forma, nós mesmos se não tivermos a preocupação de dizer a que viemos, o que temos a oferecer e o que queremos, muito provavelmente não teremos na sociedade e no mercado as conexões que gostaríamos de usufruir. E assim, temos a importante junção do conteúdo com a forma em busca de um resultado. Essa é nossa busca cotidiana na Acesso. Buscamos, tanto nas relações internas como nas ações que desenvolvemos para as marcas e produtos com os quais trabalhamos, a maior clareza possível na mensagem, aliada à melhor estratégia, para que essa mensagem seja compreendida. Acreditamos que só dessa forma construímos relacionamentos duradouros e lucrativos. Simples assim? Nem tanto. Aliar o melhor conteúdo com a melhor forma e hora de dizer requer muito estudo, muito planejamento. Da mesma forma que na vida, as coisas quando são muito importantes são difíceis de serem ditas. Então pensamos muito em busca do melhor momento para dizê-las. Quem não planeja a hora pra dizer te amo? Para ficar inesquecível, acrescente a criatividade. Fica muito mais marcante e, mais uma vez, isto vale para produtos e vale para nossas vidas. Somos assim, acreditamos que pessoas, produtos, marcas e serviços buscam exatamente a mesma coisa: serem aceitos, serem compreendidos, serem preferidos, serem escolhidos e, com isso, acumular bons resultados. A comunicação é quem faz a conexão, o elo de viabilização desse resultado. Esse complexo processo é o que faz as pessoas se relacionarem, construírem coisas e fatos e é assim que escrevemos a história de cada um, de cada empresa, de cada produto, de cada civilização.

Portanto, vamos observar de forma mais atenta como estamos nos comunicando com nossos colegas, parceiros, colaboradores, como estamos comunicando nossos produtos e empresas. Só isso irá assegurar um melhor resultado a toda essa cadeia, gerando mais satisfação. Na Acesso, buscamos isso no dia-a-dia. É o que a equipe de colaboradores definiu como fator Acesso: uma força que nos faz felizes. Por 14 isso trazemos bons retornos a todos que conosco se relacionam. Estar entre as 25 melhores empresas para se trabalhar no Ceará é, para nós, a mensuração desse fator subjetivo, afetivo, que para muitos nem combina com o mundo corporativo, mas que para nossa equipe é uma prática de sustentabilidade e um profundo compromisso com o ser humano e seu coeficiente de satisfação e felicidade. Fale, se exponha, diga sempre, dê feedback, escute, troque, enfim... comunique-se! Os resultados sempre vêm.

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Acesso: 10 anos de trabalho e prazer

Novidades | 06/Jun/2011

Acesso: 10 anos de trabalho e prazer

Entusiasmo, produção, inquietude. Há palavras que – ao se unirem – geram saldos extraordinários. Corria o ano 2000 quando dois amigos resolveram conectar suas afinidades e iniciar um novo projeto de comunicação em Fortaleza, apostando no envolvimento, comprometimento e paixão que só os sonhos compartilhados sustentam.

Assim nasceu a Acesso, uma iniciativa cujo nome remete à própria essência: abertura, alcance, ingresso. Quando tudo começou, numa sala de reduzidas proporções e extensas expectativas, a ideia era buscar novas formas de agir no mercado publicitário, unindo a sede pelo novo com a força do talento pessoal, os esforços de crescimento com o prazer do trabalho e as estratégias de comunicação com a emoção de arriscar. A salinha da Rua Silva Jatahy abrigava uma equipe de seis pessoas, contando com os diretores. Logo o elenco se ampliaria. Bons projetos rendem histórias ainda melhores, e a história da Acesso envolve profissionais que acreditaram no mesmo propósito. “Esse propósito se relaciona com trabalho, mas também com formas de pensar a vida”, pontua Ana Celina Bueno, uma das fundadoras dessa sociedade de contornos singulares. “Achávamos que era possível trabalhar e ser feliz”, resume o sócio Marcus Braga. E ser feliz estava em fazer propaganda bem feita, mas também em criar um sistema participativo e envolvente de relações, 8 aprimorando habilidades, deixando brilhar o talento e inserindo mais qualidade de vida no dia-a-dia.

CRESCER COM AS DIFERENÇAS

De agência que atendia moda, a Acesso foi aos poucos expandindo horizontes e ampliando sua participação no mercado. “Quando conquistamos a conta da Indaiá, foi uma festa. Logo depois vieram a Nacional Gás, Esmaltec, Colégio Luciano Feijão, Ibyte... Alugamos a sala do lado e depois a da frente. Em 2004 estávamos na cobertura do edifício e depois viemos para essa nova sede”, rememora Bárbara Rêdes, colaboradora desde os primeiros tempos. Hoje são 70 pessoas em dois andares na Av. Antônio Sales, formando uma equipe multidisciplinar que inclui publicitários, jornalistas, relações públicas e profissionais de diferentes formações. A pluralidade de conhecimentos é um dos pontos fortes da agência, que busca novas leituras para as tendências de comportamento, o cenário contemporâneo e o contexto evolutivo de cada cliente. Ana Celina enfatiza: “A pluralidade faz o mais. Eu gosto muito do perfil que temos hoje. No somatório dos conhecimentos, a agência tem uma bagagem de marketing muito grande, dentro de um amplo contexto. Tanto é que quando oferecemos um planejamento ao cliente, oferecemos também propaganda, mas trabalhamos uma série de outras ações e segmentos”. É a partir desse pressuposto que nascem iniciativas inovadoras, como a exposição Toy Me, que reuniu artistas em torno da toy art e integra uma campanha maior de reforço à imagem do cliente.

DE OLHO NAS PESSOAS

Entre 2001 e 2007, a Acesso cresceu 100% ao ano. Com o ingresso de empresas de grande porte na cartela de clientes, foi preciso não apenas investir em estrutura, mas também nas ferramentas de planejamento e gestão interna, adequando o atendimento para não perder a qualidade. Desde 2007 a criação ocupa um andar exclusivo. O trabalho criativo tem o suporte das tecnologias de ponta, pesquisas e novos equipamentos. Todos os setores são estimulados a crescer, com o financiamento de viagens de formação, congressos, cursos e programas de estudos. Não à toa, a Acesso ficou entre as 25 melhores empresas do Ceará para se trabalhar – até o fechamento desta revista, não sabíamos em qual posição –, de acordo com o Instituto Great Place to Work (GPTW). Este sim, é o verdadeiro presente de 10 anos para uma empresa que tem como foco as pessoas. Mesmo não sendo esta a finalidade – nem o perfil definidor da agência – o reconhecimento às vezes vem em forma de prêmio. Em 2010 a Acesso conquistou as premiações ABINAM e Embalagem/ Marca pela nova Minalba Premium. E o fato da Ibyte ser reconhecida entre “As Marcas Que Eu Gosto” pelo público cearense (promoção DN/Ipesp), encheu de satisfação toda a equipe. “Nós sempre crescemos em proporções geométricas. O crescimento dos clientes acaba sendo o crescimento da agência. Quando eles crescem, isso é bom para nós, porque vemos o resultado do nosso trabalho de comunicação, e acabamos crescendo junto”, finaliza Marcus Braga.

A ssim nasceu a Acesso, uma iniciativa cujo nome remete à própria essência: abertura, alcance, ingresso. Quando tudo começou, numa sala de reduzidas proporções e extensas expectativas, a ideia era buscar novas formas de agir no mercado publicitário, unindo a sede pelo novo com a força do talento pessoal, os esforços de crescimento com o prazer do trabalho e as estratégias de comunicação com a emoção de arriscar. A salinha da Rua Silva Jatahy abrigava uma equipe de seis pessoas, contando com os diretores. Logo o elenco se ampliaria. Bons projetos rendem histórias ainda melhores, e a história da Acesso envolve profissionais que acreditaram no mesmo propósito. “Esse propósito se relaciona com trabalho, mas também com formas de pensar a vida”, pontua Ana Celina Bueno, uma das fundadoras dessa sociedade de contornos singulares. “Achávamos que era possível trabalhar e ser feliz”, resume o sócio Marcus Braga. E ser feliz estava em fazer propaganda bem feita, mas também em criar um sistema participativo e envolvente de relações, 8 aprimorando habilidades, deixando brilhar o talento e inserindo mais qualidade de vida no dia-a-dia. CRESCER COM AS DIFERENÇAS De agência que atendia moda, a Acesso foi aos poucos expandindo horizontes e ampliando sua participação no mercado. “Quando conquistamos a conta da Indaiá, foi uma festa. Logo depois vieram a Nacional Gás, Esmaltec, Colégio Luciano Feijão, Ibyte... Alugamos a sala do lado e depois a da frente. Em 2004 estávamos na cobertura do edifício e depois viemos para essa nova sede”, rememora Bárbara Rêdes, colaboradora desde os primeiros tempos. Hoje são 70 pessoas em dois andares na Av. Antônio Sales, formando uma equipe multidisciplinar que inclui publicitários, jornalistas, relações públicas e profissionais de diferentes formações. A pluralidade de conhecimentos é um dos pontos fortes da agência, que busca novas leituras para as tendências de comportamento, o cenário contemporâneo e o contexto evolutivo de cada cliente. Ana Celina enfatiza: “A pluralidade faz o mais. Eu gosto muito do perfil que temos hoje. No somatório dos conhecimentos, a agência tem uma bagagem de marketing muito grande, dentro de um amplo contexto. Tanto é que quando oferecemos um planejamento ao cliente, oferecemos também propaganda, mas trabalhamos uma série de outras ações e segmentos”. É a partir desse pressuposto que nascem iniciativas inovadoras, como a exposição Toy Me, que reuniu artistas em torno da toy art e integra uma campanha maior de reforço à imagem do cliente. DE OLHO NAS PESSOAS Entre 2001 e 2007, a Acesso cresceu 100% ao ano. Com o ingresso de empresas de grande porte na cartela de clientes, foi preciso não apenas investir em estrutura, mas também nas ferramentas de planejamento e gestão interna, adequando o atendimento para não perder a qualidade. Desde 2007 a criação ocupa um andar exclusivo. O trabalho criativo tem o suporte das tecnologias de ponta, pesquisas e novos equipamentos. Todos os setores são estimulados a crescer, com o financiamento de viagens de formação, congressos, cursos e programas de estudos. Não à toa, a Acesso ficou entre as 25 melhores empresas do Ceará para se trabalhar – até o fechamento desta revista, não sabíamos em qual posição –, de acordo com o Instituto Great Place to Work (GPTW). Este sim, é o verdadeiro presente de 10 anos para uma empresa que tem como foco as pessoas. Mesmo não sendo esta a finalidade – nem o perfil definidor da agência – o reconhecimento às vezes vem em forma de prêmio. Em 2010 a Acesso conquistou as premiações ABINAM e Embalagem/ Marca pela nova Minalba Premium. E o fato da Ibyte ser reconhecida entre “As Marcas Que Eu Gosto” pelo público cearense (promoção DN/Ipesp), encheu de satisfação toda a equipe. “Nós sempre crescemos em proporções geométricas. O crescimento dos clientes acaba sendo o crescimento da agência. Quando eles crescem, isso é bom para nós, porque vemos o resultado do nosso trabalho de comunicação, e acabamos crescendo junto”, finaliza Marcus Braga.
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